ARTIGOS

Florais de Bach

23 de novembro de 2014

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As descobertas do Dr Edward Bach

Uma noite, em um banquete, Dr Bach estava entediado e passou a se divertir observando como as pessoas se encaixam em tipos claros. Já tinha ciência disto como médico e passou a noite tomando nota dos tipos de pessoas que podia identificar e que estavam sentadas em mesas ao seu redor. Esse foi o começo de sua procura por uma nova forma de cura, devotando o resto de sua vida a esse trabalho.

Suas teorias foram sendo desenvolvidas à medida em que evoluiu de médico cirurgião de Harley Street, passando pela pesquisa sobre bacteriologia e vacinas e como por longo tempo esteve insatisfeito com as limitações, efeitos colaterais e a agressividade da medicina ortodoxa, decidiu dedicar-se à homeopatia acreditando que esta poderia ser desenvolvida e refinada, tornando-se um sistema de cura totalmente seguro, delicado e inofensivo.

Acreditava que uma pessoa adoece quando ocorre uma desarmonia entre sua condição mental e emocional e que todos os aspectos de uma pessoa implicam em saúde, doença e bem estar, não podendo haver divisão entre corpo, mente e espírito, afirmando que o necessário é: “TRATAR A PESSOA E NÃO A DOENÇA”.

Em 1933 Dr Bach escreveu um livro chamado “Liberte-se”, sobre suas ideias de saúde e como ficamos doentes. Ele coloca que a natureza existe para nosso desfrute e nossa alegria, é somente quando permitimos que a dúvida, a depressão, a indecisão ou o medo se insinuem em nós que nos tornamos sensíveis às influências externas, portanto, o que realmente importa é a causa real da doença, o estado mental e espiritual do paciente e não simplesmente a condição física do corpo.”

No período de quase dois anos em que Dr Bach descobriu os primeiros florais, concluiu que há doze tipos de temperamentos básicos e estes podiam ser descritos através de estados de ânimo positivos e negativos. Para cada tipo de temperamento ele encontrou uma planta que representava as características negativas e positivas da pessoa, chamando estes florais de “Os Doze Curadores”. Ele e seus colegas estavam conscientes da ligação com os doze meses do ano e com os doze signos do zodíaco.

Cada planta utilizada na elaboração dos florais da linha dos doze curadores, mostra em sua aparência, habitat e padrão de desenvolvimento, características semelhantes às encontradas na pessoa com aquele tipo de temperamento.

Posteriormente, ao trabalhar com estes florais, percebeu que alguns pacientes não mostravam muito progresso. Algumas pessoas tinhas estados crônicos, pois haviam sofrido doenças ou desequilíbrios por tanto tempo que  estes estados estavam profundamente enraizados e assim trabalhou na identificação de florais adicionais que mudassem estes estados, os quais não se encaixavam nos Doze Curadores, denominando-os de “Florais auxiliares”, afirmando que estes poderiam tirar estes sofredores de seu estado de estagnação e alavancando-os para uma atividade totalmente nova. Voltariam então, para as dificuldades originais de seu tipo de floral dentre os Doze Curadores.

Por fim, para as pessoas que mesmo não tendo adoecido um só dia durante toda a vida, mas no entanto, sofrem de forma inimaginável de preocupações e dores muito maiores do que as dores físicas, foram desenvolvidos florais diferentes dos anteriores, os Complementares.

Estes são mais espiritualizados e nos ajudam a desenvolver aquela grande força interior, inerente a todos nós, que tem o poder de suplantar todos os temores, todas as dificuldades, todas as preocupações e todas as doenças.

Desta maneira, os doze florais Curadores, os sete Auxiliares e os dezenove Complementares cuidam de todos que buscam a evolução da alma através da cura para as dores da mente e do espirito.